
Acolher famílias de crianças autistas começa quando há tempo para a história, sem um plano fechado e sem diagnóstico. Há famílias cansadas de repetir a mesma explicação e famílias que ainda procuram as palavras.
Perguntamos como é a rotina, o que já funciona e o que esgota. Não diagnosticamos e não substituímos avaliação de saúde.
Perguntar como podemos ajudar ainda é um bom começo.
Próxima reflexão: Pertencer vai além de estar presente.
